Estava aqui revendo a época que lia tarô para um site
(saudades, pessoal!) e fazia dicas do dia. Eu tirava uma carta e dava a dica em
cima dela. E tinhas várias cartas de um jogo que tinha e adorava, o viking
tarot. Eu usava tanto, que ele acabou estragando e aí queimei (foi como aprendi
o que se deve fazer com o tarô). Mas gente, ele é tão bonito que até tive vontade
de comprar outro. Veja se não é bacana:
sábado, 3 de dezembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
A necessidade de um espaço sagrado
Toda vez que um tarólogo abre as cartas, ele cria todo um clima: acende incenso, vela, faz um saravá, joga perfume. Tem muita gente que acha que é mise-en-scene. É às vezes pode ser um pouco demais, mas tem um motivo para isso.
Bom, isso pelo menos para mim. Como o nome do blog é Criando espaços sagrados, claro que acredito nisso né. Toda vez que a gente cria um espaço, seja desenhando uma casa no chão, mentalmente ou construindo uma sala de meditação (já imaginou? Seria legal né), pomos uma intenção nesse espaço.
O que vou escrever não é achismo, mas também não é nada cientificamente comprovado. Pelo menos não conheço nada a fundo sobre o assunto (se alguém souber, pode enviar os links que vou ler). Mas quando acendo incenso, peço proteção e respiro fundo, estou criando algo que é sagrado para mim, me conectando a algo maior.
Quando faço isso jogando tarô eu me conecto com o outro e deixo tudo mais receptivo. Porque se a pessoa está um pouco receosa, quando você dá uma pausa e respira com ela, ela fica mais aberta para a leitura. E isso é importante. Do contrário parece que o jogo "trava", sabe?
E você, o que pensa sobre o assunto?
Bom, isso pelo menos para mim. Como o nome do blog é Criando espaços sagrados, claro que acredito nisso né. Toda vez que a gente cria um espaço, seja desenhando uma casa no chão, mentalmente ou construindo uma sala de meditação (já imaginou? Seria legal né), pomos uma intenção nesse espaço.
O que vou escrever não é achismo, mas também não é nada cientificamente comprovado. Pelo menos não conheço nada a fundo sobre o assunto (se alguém souber, pode enviar os links que vou ler). Mas quando acendo incenso, peço proteção e respiro fundo, estou criando algo que é sagrado para mim, me conectando a algo maior.
Quando faço isso jogando tarô eu me conecto com o outro e deixo tudo mais receptivo. Porque se a pessoa está um pouco receosa, quando você dá uma pausa e respira com ela, ela fica mais aberta para a leitura. E isso é importante. Do contrário parece que o jogo "trava", sabe?
E você, o que pensa sobre o assunto?
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Que tipo de taro você lê?
Toda vez que falo que leio tarô, vem a famigerada pergunta: que tipo de tarô você lê? Sei que tem muita gente que lê o tarô cigano, que é bem diferente dos demais, mas tirando um ou outro deck (que são como são chamadas as várias criações existentes), os tarôs não mudam muito.
Explico: o tarô tradicional possui 78 lâminas, sendo 22 arcanos maiores e 56 arcanos menores (divididos em 4 naipes – assim como no baralho – paus, ouros, copas e espadas). Os arcanos maiores se conectam à missão de vida de cada um. Já os menores falam mais sobre o cotidiano. O que muda de um tarô para outro são as ilustrações criadas, que variam de um “deck” (jogo) para outro.
Sendo assim, eu falo que jogo o tarô tradicional, mas aí você vai perceber que o jogo não é o mesmo que o baralho de marselha (mais conhecido), ou do waite (que é o que a maioria dos criadores dos decks segue), ou o mitológico, bem conhecido aqui no Brasil.
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| Esses são geralmente os jogos que uso |
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Vamos conversar sobre tarô e o sagrado?
Durante um tempo (lado B da minha vida) trabalhei com tarô. Sempre gostei desse lado espiritual um pouco mais profano. Mas por conta de várias questões da vida acabei deixando de lado.
Então agora resolvi retomar isso. E quis escrever um blog falando sobre o assunto. Vambora?
Então agora resolvi retomar isso. E quis escrever um blog falando sobre o assunto. Vambora?
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